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Um blog como outro qualquer mais diferente
Segunda-feira, Setembro 20, 2010
E em 2010
Finalmente eu dou as caras.. só pra não desativarem... quem sabe eu ainda volte com isso!


And, o fofo
Publicado às 4:56 PM Desabafe aqui:


Quarta-feira, Julho 08, 2009
O ÚNICO
Notem Barack Obama!



Perseberam que ele é aparentemente o mais alto, o mais magro, o único que está de gravata clara, o único que está acenando, o único que está olhando para a esquerda, o único negro e o único que abotoa o paletó com um botão só!...
De resto, tirando Angela Merkel que é mulher e o Japones Taro Aso que está de terno claro, são todos iguais.


And, o fofo
Publicado às 5:11 PM Desabafe aqui:


Segunda-feira, Outubro 27, 2008
ASSISTAM QUE VALE A PENA
http://video.google.com/videoplay?docid=-1437724226641382024
Chegará a hora que teremos que plantar nossa própria comida, corremos o risco da míngua.
E o mundo começou a acabar...
No meio deste filme, só faltou colocar água... muita água!!!


And, o fofo
Publicado às 2:42 PM Desabafe aqui:


Terça-feira, Setembro 23, 2008
PERGUNTA QUE PODE MUDAR O MUNDO
Amigo leitor ou leitora, imaginem q você está entrando no elevador e que dentro deste elevador tem 7 pessoas.
Você é a oitava pessoa e, depois de você, não cabe, asolutamente mais ninguém.
Pergunta: Como você entra no elevador e o que você faz?
a) Entra calmamente e diz claramente, alto, e com um sorrisão estampado na cara: - "Bom dia senhores!"
b) Entra empurrando todo mundo e não diz nada.
c) Entra sem empurrar e não diz nada.
d) Entra empurrando e dizendo Bom dia a todos.

Minha resposta: (A)


And, o fofo
Publicado às 12:36 PM Desabafe aqui:


Segunda-feira, Julho 14, 2008
TURBINANDO VOL.1
Amigos leitores, é um prazer estar com vocês novamente.
Não nego que manter um blog como este em alto nível é necessário muita criatividade, paciência, disposição, tempo, meia xícara de azeite e uma colhe de sopa de açúcar mascavo.
Juntando tudo isso, volto hoje para evidenciar um detalhe que apareceu na mídia a pouco tempo mas que eu só ví hoje, a bem da verdade, só agora.
Para aproveitar a criatividade que demora a aflorar em minha cabeça, influenciada pela correria deste condado suburbano em que vivo, venho imediatamente escrever sobre os peitos recém turbinados de Ivete Sangalo.
Sem qualquer pudor mas fazendo uma análise digamos, teórica, começo dizendo que não é qualquer mulher que pode fazer o que ela fez.
Colocar silicone nas "mamas", qualquer mulher e muitos viados de plantão pode fazer, massssss, no caso das mulheres, mesmo porque os viados não vem ao caso, as mulheres precisam ter maturidade, sabedoria, inteligência e, acima de tudo, humildade.
Sei que esse assunto pode parecer um tanto idiota, machista, ou qualquer coisa sem importância, mas, me permitam explicar.
Vejam senhores!
Qualquer mulher pode colocar uma prótese, sim, mas com a humildade de Ivete Sangalo, ah meus irmãos... difícil heim!
Uma mulher madura, bem sucedida, linda e humilde.
Em resumo, notem que começo a me perder por entre as palavras pois, elogios a altura não me vem à cabeça, já bagunçada pela imaginação.
Muitas usam desse artifício da medicina para ter "melões", "peitões", para corrigir alguma falha cirúrgica, mas ela não.
Acima do bem e do mal, ela conseguiu ficar ainda mais mulher.
Meu deus!, o olimpo está em festa.
Não toquei, não cheirei, não vi o resultado ao vivo, mesmo porque nem precisa.
Ivete Sangalo fez o que fez de maneira tão sensata que até a conotação sexual se perdeu por entre seus... cabelos!
Sem exageros e com a parcimônia de um monge recluso dos prazeres carnais.
É isso.


And, o fofo
Publicado às 2:20 PM Desabafe aqui:


Quarta-feira, Maio 07, 2008
PARA OS JURISTAS DE PLANTÃO
Amigos leitores, me perdoem a revolta de hoje.
Sim, mas diante de tanta hipocrisia não posso ficar calado.
Como todos já devem estar acostumados, algumas pessoas que lhe dão com o direito de maneira geral, fazem questão de esquecer a objetividade e em nome da "beleza" jurídica, insistem em colocar jargões em latim que, absolutamente, te fazem perder o sentido de tudo o que é dito.
Em alguns textos, algumas expressões em latim só são, digamos, adivinhadas, porque tradução ao pé da letra, nenhum reles mortal que trabalha sério e produz de verdade neste país, vai saber.
Para vocês, senhores juristas que se acham o máximo e que só complicam nosso vernáculo nacional com tantas flores e enfeites em seus pensamentos escritos, parem com tanto lero-lero e vamos para o que interessa de uma vez.
Ficar em devaneios dizendo o que era ou o que não era, só prejudica e não desenvolve.
Vivemos em tempos carentes de objetividade e pro atividade das pessoas.
O povo esqueceu o que é moral e fica arrumando picuinha para dar golpe no vizinho, no comprador, no locador, no governo... apesar que o governo merece!
Mas é isso, vamos deixar o latim de lado e derrubar os muros para que ninguém mais fique em cima eles.
Chega de falácias subjetivas e expressões que demonstram na verdade, apenas fraqueza, burrice, orgulho, vaidade, uma tremenda baixo estima, e, sejamos finalmente, objetivos.
Direto ao ponto.
Ou é, ou não é!
É isso.


And, o fofo
Publicado às 2:00 PM Desabafe aqui:


Segunda-feira, Março 31, 2008
UMA FRASE E UMA PERGUNTA
-Saia da área de conforto!
-Por que?
É isso


And, o fofo
Publicado às 1:43 PM Desabafe aqui:


Segunda-feira, Março 24, 2008
CONDIÇÃO
Des....ente...ri..a.
Grato.
.


And, o fofo
Publicado às 11:43 AM Desabafe aqui:


Terça-feira, Março 18, 2008
DO NETWORKING
Amigos leitores, um dia desses fui chamado de louco, mais essa.
Não sei se sabem mas, já fui acusado de ser exagerado, de me achar o gostosão, de criar intrigas, de rebaixar o sexo feminino ao volante e de ser egocêntrico.
Agora, louco!, com exclamação, é a primeira vez.
Vejam, estar louco é o ápise do descontrole emocional e mental, ou seja, você perde o raciocínio, vira um vegetal.
E pensar que tudo isso porque meus amigos notaram que onde quer que eu vá, seja balada, missa, festa infantil, concerto de rock ou funeral, eu trabalho, ou pelo menos, inicio um contato digamos, profissional.
Além de louco, chegaram a falar que isso é um tipo de psicose, TOC, etc...
Não que eu me ache louco ou coisa do gênero, mas, simplesmente me coloquei à disposição das oportunidades.
Negócios movem o mundo e as pessoas por sua natureza.
É a comunicação.
Já dizia o sábio lá, "quem não se comunica, se estrumbica!"
Que não me venham criticar, afinal de contas, tracar cartões de visitas, telefones e endereços resi... comerciais é a base de todo bom"networking".
Vejam lá a fama que os senhores estão fazendo de mim.
Eu num faço nada demais, não é loucura mas sim Networking!
É isso


And, o fofo
Publicado às 12:41 PM Desabafe aqui:


Quarta-feira, Março 05, 2008
NO ALTO DA MODA
Notem.
De uns tempos pra cá venho dizendo a todo mundo que meu próximo carro será amarelo.
Numa média grotesca, para cada 10 pessoas que eu digo isso, 9 dizem que meu gosto é horrível e que eu, circulando dentro de um carro amarelo seria ridículo.
Pois bem, notem que ultimamente, o que mais tem aparecido na rua é carro amarelo!
De todas as marcas e tamanhos, os carros amarelos estão aos poucos, dominando as ruas e tá todo mundo achando bunito.
Então, eu voz digo aqui, meu próximo carro será em tom água, como por exemplo, verde água, azul água, amarelo água.
Ou ainda, em tons pastel, com paralamas e para-choques pretos.
Podem dizer que é feio mas eu retruco, é a tendência moderna!
É isso.


And, o fofo
Publicado às 9:37 PM Desabafe aqui:


Sexta-feira, Fevereiro 29, 2008
E ERA UMA VEZ O GRANDINHO...
Sua vida começou de maneira repentina. Por acidente, seu pai trepou com sua mãe e daí, em exatos oito meses depois, nascera uma das figuras que iriam se tornar uma das poucas, tão famosas no mundo.
Contrariando o óbvio, mesmo porque vivia ouvindo o que a música tinha de pior e cheirando o esgoto dos fundos de sua casa, desde pequeno era esperto, adorava olhar as mulatas peitudas e bundudas transitar, eram deslumbrantes.
Comia muitas vezes o pouco que sobrava dos outros e ainda assim, sonhava.
O garoto era franzino, um tanto malandro e, o que ele gostava mesmo era de jogar futebol.
Não preciso dizer que, assim como tantos outros, cresceu com a bola nos pés e freqüentando apenas as aulas de português.
Que gostasse de futebol tudo bem, mas, ninguém sabia explicar o que o pequeno tinha a favor de nosso vernáculo.
Jovem, finalmente ele arrumou um lugar para jogar bola.
Era um time pequeno, o que facilitou a sua ascensão no futebol.
Com quatorze, foi treinar no Rio de Janeiro, sua mãe orgulhosa porque o time era famoso acabara de dar a luz ao oitavo filho, do quinto pai diferente do dele, mas dessa vez, uma menina.
Já tinha o que comer, o que beber, um rádio e um par de chuteiras, então, como uniforme ainda cheirava mal, comprou Axe.
Com seu futebol aquele pequeno garoto cresceu e facilmente virou ídolo.
O jogo com ele era lindo, caçado em campo pelos adversários era capaz de se livrar das faltas com extrema facilidade.
E quantos gols.
Havia se tornado o Grandinho.
Como o Brasil tinha ficado pequeno, foi para a Europa, ganhando milhões.
E quantos títulos... nenhum.
Aquele garoto que já possuía carro, casa e tudo o que o dinheiro podia comprar, ainda não tinha saboreado o sabor da conquista de um título num campeonato de futebol.
O tempo foi passando, os campeonatos acabando, e, apesar de ser sempre o artilheiro, ele parecia amaldiçoar o resto do time, parecia que a glória tinha que ser apenas dele, ele era artilheiro, mas o time não podia ser campeão e perdia sempre na final, ou na semifinal, enfim.
Tudo aquilo parecia uma grande incoerência em sua vida e tal paradoxo virou tabu.
Em final de carreira, ele teve a sua última chance.
Após um ano lesionado, foi contratado pelo seu primeiro time grande, aquele do Rio de Janeiro e, com carinho, agradeceu a chance de tentar fazer com que o time que defendia, fosse finalmente campeão, ele tinha a consciência de que aquela era a última chance.
E começou o campeonato.
Como sempre, a artilharia ele alcançou rápido, era goleador por natureza.
As fases foram passando, ele goleando e o goleiro do seu time, defendendo.
Era um sinal divino.
Passou-se o semestre e chegara a grande final.
As câmeras do mundo que ele encantara com seus gols voltaram-se para aquela partida.
Todos queriam ver ele ser campeão, era histórico.
O Grandinho, que naquele dia também fazia seu jogo de despedida, entrou em campo pela ultima vez, foi até o meio de campo, ajoelhou, chorou e agradeceu aos céus, emocionando a todos os presentes.
Após alguns minutos de emoção, o juiz apita e deu-se inicio ao embate final.
O time adversário, determinado, sabia que se perdesse seria lembrado como o “O grande perdedor” por todo o sempre por aquela partida fatídica, então, entrou em campo com onze que devoravam a bola.
Campeão o Grandinho podia até ser, mas não seria fácil.
O ritmo de jogo era alucinante.
Em meio a correria no campo, às orações da torcida e a marcação cerrada até no juiz, deu-se o fim do primeiro tempo.
As câmeras começavam a mostrar torcida apreensiva quando os repórteres avançaram no Grandinho e começaram a bombardiá-lo de perguntas, enquanto ele descia para os vestiários.
- Será que é hoje Grandinho?...Grandinho....; - Comé Grandinho, o que aconteceu com os gols do primeiro tempo?...Grandinho...
No vestiário seus companheiros de equipe ficam quietos e apenas observam a calma do Grandinho e sua certeza de que tudo ia dar certo.
Tempo depois, voltam todos a campo e sem muitas delongas, como nem o juiz agüentava a angústia, começou o segundo tempo.
Aos 25 minutos, Grandinho parte com a bola dominada, avança até a linha de fundo pela ponta direita, arma o cruzamento e é derrubado violentamente pelo lateral adversário.
A torcida indignada se levanta, silencia e apenas observa o Grandinho ser retirado de campo de maca.
O juiz como autoridade absoluta expulsa o jogador por carrinho violento. O jogador vai para o vestiário vaiado e cuspido.
O jogo recomeça triste, na expectativa do que podia ter acontecido com Grandinho, quando os médicos sinalizam.
Grandinho está pronto para voltar a campo.
Assim que Grandinho volta a campo, a torcida novamente se inflama. Que final!
As tabelas do time adversário envolvem a zaga do time de Grandinho que comete pênalti.
O mundo pára e mais uma vez começa a rever a estória fracassada de Grandinho.
O goleiro do time do Rio de Janeiro se benze, o atacante adversário também.
O juiz autoriza a cobrança e em seu âmago pede aos anjos a defesa.
De nada adianta, é um a zero para os visitantes.
Grandinho no meio do campo leva as mãos à cabeça e grita com seus companheiros de equipe.
Faltavam apenas 10 minutos.
O jogo estava difícil mas, persistente, mais uma vez Grandinho recebe a bola no meio de campo.
Faltavam 2 minutos.
Grandinho avança em velocidade, passou pelo primeiro, passou pelo segundo, passou pelo terceiro, o goleiro saiu do gol e imediatamente levou um olé, pronto.
A torcida não agüentava mais aquele um a zero.
Todos puderam observar como que em câmera lenta, Grandinho fazer a jogada mais bonita de sua carreira e ficar mais uma vez, frente a frente com o gol.
Grandinho passara por três jogadores e quando passou para a esquerda, driblando o goleiro, o maior artilheiro de todos os tempos, se desequilibra e mesmo assim, aquele homem, que teve a infância sofrida e uma carreira quase brilhante, tocou, de perna esquerda, em direção ao gol vazio, ao mesmo tempo em que ouviu alguém da torcida gritar em meio o silêncio:
- Ó meu ás no futebol!
Era a chance do empate e com isso, a prorrogação.
Todos tinham a certeza que na prorrogação Grandinho não perdoaria e quebraria o tal tabu.
A bola rola, devagar em direção ao gol vazio, resvala na trave direita e sai pela linha de fundo.
Anos depois, contam alguns que Grandinho morreu numa cidade do interior de São Paulo, de tristeza porque achou que alguém o tivesse xingado.
É isso.


And, o fofo
Publicado às 12:07 AM Desabafe aqui:


Terça-feira, Fevereiro 19, 2008
VONTADES
Às vezes me dá vontade de ir estudar francês, mas passa.
Às vezes me dá vontade de ir pra academia, mas passa.
Às vezes me dá vontade de ler algo sobre histórias do Brasil, mas passa.
Agora mesmo, me deu vontade de escrever neste blog, e passou!


And, o fofo
Publicado às 5:49 PM Desabafe aqui:


Quarta-feira, Fevereiro 13, 2008
DAS GAFES DO DIA-DIA
Amigos leitores me permitam contar uma breve estória para a reflexão de todos.
Estava eu, And, voltando do almoço para o escritório quando encontrei com um amigo na rua.
O diálogo foi o seguinte.
Amigo - Faaaaala ae Kibe, beleza meu?
And - Opa!, e aí, beleza!, e você, sumido pô!...
Amigo - A não, voltei da Europa agora, agora eu fico por aqui!.. e vc?
And - A cara, eu continuo na mesma de sempre, sabe como é, trabalhando!
Amigo - A, legal, pô, se tá sabendo, terminei o namoro!
And - Putz cara, aquele de 8 anos?
Amigo - É, com a Fê!
And - Caralho, que merda heim!
Amigo - É, pois é... (***)
(*** Neste momento, passa um sujeito, cabelos grisalhos, trejeitos aviadados, aparentes 35-40 anos, 1.75m, vestindo uma calça social escura, camisa branca e de mão dada com uma mulher loira, baixa, aparentando uns 30 anos e vestida de social, e os dois cumprimentam meu amigo.)
Amigo - É, pois é... (***) fala ae Marcião! (sinalizando um jóia para o sujeito)
And - Cara, eu sempre achei que esse cara era viado!... ele é?
Amigo - Hã, não cara, ele é marido da minha irmã, eles tem 2 filhos!, aquela loira ali, é a minha irmã!
...
Naquele momento o mundo silenciou e eu não sabia se ia embora e deixava meu amigo ali mesmo, sozinho e falando com as moscas, se mudava de assunto como se nada tivesse acontecido, ou ainda, porque não, simulava um ataque cardíaco.
No fim, a escolha que eu fiz foi mudar de assunto, na maior cara de pau e voltar para o escritório com essa no curriculum.
É isso.


And, o fofo
Publicado às 1:32 PM Desabafe aqui:


Terça-feira, Janeiro 22, 2008
SALVE 2008
2+0+0+8 = 10
Seria o número cabalístico do fim dos tempos!?
... só sei que a bolsa já cai a 6 dias seguidos!
... está chovendo cântaros em pleno verão!
... acabou a força e estou a base de "no brake"!
... tá um silêncio aqui!
...
A meu deus... o telefone!


And, o fofo
Publicado às 2:12 PM Desabafe aqui:


Terça-feira, Novembro 20, 2007
SERIAM NOVOS TEMPOS
Amigos leitores, permitam que eu volte.
Depois de tanto tempo, licença.
Não só para escrever alguma bobagem qualquer, mas sim, venho aqui, aproveitando o feriado para escrever algo que deveras me impressionou na TV.
Acreditem os senhores que, ontem a tarde, ainda na cama, assisti a uma reportagem sobre um acidente de carro cujo motorista atropelou e matou cinco, ou quase isso.
Até aí, nada de mais, concordo, mas, o que pegou foi o seguinte, eu voz explico.
Pela segunda vez eu assisti pasmo, uma confissão arrependida em praça pública e em rede nacional.
Pois acreditem os senhores que, o motorista, já na delegacia e de frente para o Brasil disparou, até com certa serenidade.
- Eu fiz uma besteira e devo pagar pelas conseqüências! (eu nunca abandonarei o trëma)
E pronto.
Porque do meu espanto?
É óbvio, ha alguns, ouso dizer, dias atrás, o motorista esconderia a cara e juraria inocência na maior cara-de-pau.
E ele não é primeiro que vejo fazer isso.
Está certo que o primeiro estava bêbado, mas também o fez e admitiu a própria culpa de peito aberto e assumiu as conseqüencias dizendo inclusive que deveria ser preso!
Vejam os senhores que o Brasil finalmente dá as caras para as pessoas de bem.
Pessoas que ainda erradas assumem o próprio erro, arrependem-se e por isso, segundo os religiosos, são de imediato absolvidas pela justiça divina.
Quanto a justiça dos homens, não, essa é bem diferente e para os olhos da sociedade esses infelizes irão pagar presos ou fazendo sabe-se lá o que, afinal de contas, não são deputados ou senadores, são infelizes.
Em fim vejo uma lasca de verdade vindo à tona.
Senti de verdade um cutucão de uma nova geração que coloca os verdadeiros valores em seus devidos lugares.
E foi isso, eu aqui, continuo esperando mas, pelo menos abri mais meus olhos que já estavam quase fechados.
Para muitos isso não quer dizer muita coisa, mas acreditem, nem a mídia instigou o pobre sujeito a fazer qualquer coisa que já estamos acostumados como esconder-se, dizer que é inocente ou ainda, culpar outrem.
É isso.


And, o fofo
Publicado às 11:44 AM Desabafe aqui:


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